Secretário de cultura de Ibitinga destaca descentralização com O Palco

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A cidade de Ibitinga, com menos de 100 mil habitantes, é uma das tantas que compõe o interior paulista. Com grande potencial turístico, o município se destaca principalmente pela sua feira de bordados, uma referência dentro e fora da região. Com a chegada do projeto O Palco, as atividades culturais ganham força e são motivo de vibração do secretário de cultura, Marcos Aparecido Rodakevisk.

“A gente tem muita dificuldade em fomentar a cultura no interior, dificuldade de capitar recursos e o projeto O Palco vem para isso. Às vezes a gente tenta buscar uma oficina, mas o custo fica inviável para o município”, explicou o Rodakevisk.

São uma série de fatores que impedem a descentralização cultural em cidades interioranas. Na contramão dessa tendência, o Polo Cultural apresenta O Palco para Ibitinga. Na sua segunda década de atuação pelas artes, a entidade sempre se preocupou com a descentralização da cultura, porém a atuação dentro da capital se expandiu nos últimos tempos, alcançando localidades fora da metrópole, mas igualmente interessadas em fortalecer a cultura e as artes.

“Eu acredito no despertar para a arte. Esse projeto vem semear essa curiosidade da criança no teatro, na dança, na música, tudo incentivado nessa fase tão importante”, afirmou o secretário.

O Palco está em espaço apropriado ao desenvolvimento saudável das crianças e se responsabilidade pelo maior contato com as artes. | Foto: Polo Cultural.

O Palco está em espaço apropriado ao desenvolvimento saudável das crianças e se responsabilidade pelo maior contato com as artes. | Foto: Polo Cultural.

Marcos Rodakevisk também destacou o potencial de a arte permear para áreas e impactar no decorrer de outras fases da vida. “Mesmo que não sigam carreira nas artes, ela irá impactar em outras profissões e melhorar a sociabilização. Mas eu acredito que O Palco vai despertar vários talentos”, finalizou o gestor.

A chegada do projeto o Palco no interior de São Paulo – hoje estamos em Bauru, Ibitinga e Caconde, porém outros municípios já abrigaram o projeto – só é possível com o apoio irrestrito da AES Tietê.