Festa junina do projeto Acessibilidade tem brincadeiras inclusivas

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É festa junina no projeto Acessibilidade. Pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa do Polo Cultural organizou um arraial para os alunos do projeto, no CEU Jaçanã, zona norte de São Paulo. A comemoração típica do início de inverno teve brincadeiras especiais que visavam integrar os alunos com deficiência.

“Já é o segundo ano que a gente faz, porque constatamos que as crianças não eram tão participativas na festa que a escola organiza”, conta Bruna Burkert, coordenado do projeto Acessibilidade, que não titubeou em encabeçar a organização de uma festa junina mais inclusiva aos seus alunos. “A gente pensou em uma coisa legal, que finalizasse o primeiro semestre e a ideia de fazer a festa junina surgiu como uma confraternização mesmo, um momento das crianças brincarem”, explica.

Bruna Burkert, à direita, e Andresa Retti, à esquerda, ajudaram na organização de uma festa junina especial aos alunos do Acessibilidade. | Foto: Polo Cultural.

Bruna Burkert, à direita, e Andresa Retti, à esquerda, ajudaram na organização de uma festa junina especial aos alunos do Acessibilidade. | Foto: Polo Cultural.

Com as camisas quadriculadas prontas, as crianças aguardavam ansiosas pela repetição do evento que aconteceu no ano passado. Para que não faltasse diversão e largos sorrisos, as professoras do projeto Acessibilidade trataram de inventar brincadeiras pensadas especialmente para os alunos, levando em conta as limitações de mobilidade e priorizando a integração entre eles.

“Todas as brincadeiras são em grupo e valorizam mais a participação do que a recompensa. A ideia é fortalecer o que eles podem fazer juntos”, pontua Burkert.

As brincadeiras levaram em conta a individualidade de cada criança e permitiram um trabalho em grupo. | Foto: Polo Cultural.

As brincadeiras levaram em conta a individualidade de cada criança e permitiram um trabalho em grupo. | Foto: Polo Cultural.

A tradicional quadrilha não pode faltar e as duplas foram montadas com alunos de pouca mobilidade e aqueles que poderiam oferecer um apoio. O resultado foi uma dança animada e inclusiva que dá o tom dessa bonita festa de ‘fazer junto’.

“Tem um cunho cultural e inclusivo, mas que não deixa de ser um momento de festejar. É também mais uma chance de mostrar que o projeto tem um efeito muito bacana”, finalizou a coordenadora.

O efeito é encontrar apoio dentro das individualidades de cada um e nessa dança entra quem acredita. Viva, São João, viva a inclusão!

Mais uma vez, os alunos participaram em peso e encheram o Arraial do Acessibilidade de boas energias. | Foto: Polo Cultural.

Mais uma vez, os alunos participaram em peso e encheram o Arraial do Acessibilidade de boas energias. | Foto: Polo Cultural.