Encorajados por nossos valores humanos, seguimos em 2019!

Após as férias escolares, o Polo Cultural se volta para mais um ano de trabalho pela arte e cultura. Fortalecidos pelos bons frutos de 2018, ano que marcou duas décadas de Polo, iniciamos um novo ciclo voltados para a educação por meios artísticos. Encorajados, seguimos!

A arte, quando associada com educação, mostra seu imenso valor imaterial ao transformar pessoas e oportunizar maior acesso à sociedade. É esse valioso resultado que colhemos mais uma vez, ao fechar o ciclo de 2018 com lindas apresentações e depoimentos inspiradores.

“Para a gente foi um ano de reformulação do Polo em que conseguimos fazer um ótimo trabalho, com um excelente resultado e atingindo muitas crianças. Também conseguimos expressar isso melhor e nos comunicar melhor com a sociedade”, afirma o Diretor do Polo Cultural, Marcelo Sollero.

As atividades do projeto O Palco deram o que falar por onde passaram, seja nas periferias da capital paulista, ou no interior do estado. Nos municípios interioranos, principalmente, a notícia de uma ação cultural para as crianças envolveu comunidades inteiras.

“O interior tem um significado muito importante para a gente! Nós vimos como eles têm muita vontade de fazer e acreditamos muita nessa troca de experiências. O Polo Cultural, com o projeto O Palco, começou em São Paulo, mas se fortalece com o interior, porque lá também pulsam artes e expressões”, enaltece Sollero.

A participação no interior de São Paulo em 2018 foi em Ibitinga e Bauru. Após ter passado por outros cinco municípios no ano anterior, totalizando sete cidades atendidas fora do eixo da capital.

Embora os projetos não permaneçam estruturados pelo projeto O Palco, a exemplo das cidades de 2017, as iniciativas artísticas devem permanecer ativas no interior. “A gente mostrou que eles são capazes de fazer”, ressalta o diretor do Polo.

A autonomia dos professores na construção de um roteiro de aulas e principalmente na montagem da peça, que celebra os resultados alcançados ao longo de um ano, empodera novos agentes culturais, de modo a continuar a vibrar esse ciclo cultural após a passagem de O Palco. Essa é nosso mais poderoso legado!

“Em Bauru nós mostramos como uma periferia tem talento e capacidade de se expressar; em Ibitinga muitos foram pela primeira vez em um teatro, isso nos leva a um resultado humano muito forte!”, argumenta Marcelo Sollero, cuja as crenças dos resultados do projeto também mudaram com o passar do tempo.

“Antes nós, o Polo Cultural, tínhamos a convicção de que precisavamos continuar nos locais dando as aulas. Não! Hoje nós entendemos que as cidades conseguem continuar. A gente mostra como funciona, apresenta o formato do projeto e eles sempre encontram uma maneira de continuar”, acrescenta.

O que vem por aí?

Assim como os projeto iniciados em 2018 não podem parar, o Polo Cultural, junto com o projeto O Palco, também segue seu caminho em busca de novos parceiros para que o impacto sócio-cultural dos projetos continue a espalhar seus valores.

É por isso que falamos em coragem, pois quaisquer que sejam as dificuldades, sabemos que essa jornada vale muito a pena – vale sorrisos e vale um legado imensurável.