A conexão fundamental na educação por Rita Pierson

É inegável que entre os incontáveis avanços tecnológicos, a estruturação de uma sociedade sofre profundas mudanças. As instituições se adaptam para novas formas de viver e pensar. Apesar disso, a escola, instituição que poderia ser pioneiras em pensar o novo, permanece tradicional.
Uma forma de se abrir para o que há de novo é entender a nova geração, para isso o professor precisa se permitir. O educador se preocupa irrestritamente com o fato de ser entendido – esse esforço é louvável – mas ele não pode esquecer que seu papel também é entender o aluno.
Para que esse entendimento entre as partes acontece é preciso haver uma conexão, uma empatia que possibilite ao professor ver pelos olhos de outro. “As crianças não aprendem com quem elas não gostam”, pontua Rita Pierson, educadora norte-americana. A professora defende um esforço de parte dos mestres para se conectarem com seus alunos.
São as conexões que levam a criança para um conhecimento mais significativo, pois são seres sensoriais, cujas experiências podem ser muito mais relevantes ao crescimento do que discursos sem empatia.
Filha de professores, Pierson resolveu seguir a carreira dos pais, pois a conexão entre eles a fez entender o quão fundamental é a figura de um professor. Ela, assim como os pais, trabalha para sentir que fez a diferença.
Exemplos Rita Pierson fortalecem as iniciativas do Polo Cultural, que se apoia nas artes para garantir uma melhor educação para as crianças e jovens. A arte não funciona sem conexão, ela mesma pode ser tratada como elo, portando reiteramos o discurso da educadora e deixamos o convite para assistir a sua apresentação em um dos encontros do TED Talks, evento de pequenas palestras apresentam ideias e histórias inovadoras.
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